Reportagem sobre relacionamentos...

Estudo: 77% das mulheres mentem em sites de namoro...

Buscar um parceiro pela Internet pode ser 'inseguro', já que 77% das mulheres e 71% dos homens registrados em portais de encontros mentem no momento de definir seu perfil. A informação é de um estudo divulgado pela Samsara, dedicada a encontrar relações estáveis para seus clientes.

Os dados do estudo, de acordo com reportagem publicada no IBLNews.com, revelam que apenas 2% das mulheres encontram o que procuram através da Internet, enquanto apenas três em cada dez mensagens enviadas por homens com a finalidade de encontrar uma parceira são respondidas.

Segundo o que foi informado pela companhia, a Internet é "uma boa ferramenta e oferece aos solteiros a oportunidade de encontrar um parceiro ou parceira", e é por isso, diz a Samsara, que os portais e sites de encontros ganham terreno frente às agências matrimoniais tradicionais.

Entretanto, a empresa destaca que, para quem não usa a Internet, os meios tradicionais "garantem economia de tempo, aumentam as possibilidades de sucesso e garantem um risco mínimo".

Cristo....

Esta estátua de Jesus, com cerca de 38 metros de altura, situa-se no topo do morro do Corcovado com vista sobre o Rio de Janeiro. Projetada pelo brasileiro Heitor da Silva Costa e concebida pelo escultor francês Paul Landowski, é um dos monumentos mais conhecidos em todo o mundo. A estátua levou cinco anos para ser construída e foi inaugurada no dia 12 de Outubro de 1931. Tornou-se o símbolo da cidade e do afável povo brasileiro, que recebe quem os visita de braços abertos.

Uma das novas setes maravilhas do mundo!!!

EDUCAÇÃO

Brasil sobe no ranking de produção científica

O Brasil conquistou, em 2006, a 15ª posição no ranking dos países com maior produção de conhecimentos científicos do mundo, duas colocações acima que em 2005. O ranking dos 30 países com maior número de artigos científicos publicados em revistas conceituadas no exterior foi divulgado nesta segunda-feira, dia 9, em Belém, durante a 59ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC).

Para o presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes/MEC), Jorge Guimarães, esse avanço estava previsto para ocorrer somente após 2008. Dados internacionais mostram que os pesquisadores brasileiros publicaram 16.872 artigos nas mais importantes revistas científicas do mundo, quatro vezes menos do que os alemães, que publicam 8,1% do total mundial. O Brasil ultrapassou Suécia e Suíça.

Os dados confirmam, segundo Guimarães, a relação direta do crescimento da ciência brasileira de alto nível com a formação de mestres e doutores. "O desempenho excepcional do Brasil permite considerar que a pós-graduação está capacitada e qualificada para dar suporte técnico-científico, se integrar ao projeto nacional e contribuir decisivamente para o desenvolvimento tecnológico e de inovação, atuando no segmento industrial tanto público quanto privado", diz.

Nesse ritmo, de acordo com Guimarães, o Brasil ocupará na ciência a mesma posição mundial que exibe em relação ao PIB, seguindo a correlação que existe entre os países mais desenvolvidos. "No entanto, para assegurar sua posição ou para subir no ranking, o País precisa manter e até mesmo ampliar seu desempenho", afirma.

As áreas que mais cresceram no País na comparação dos triênios 2001-2003 e 2004-2006 foram psicologia e psiquiatria (70%); produção animal e vegetal (58%); ciências sociais (52%); medicina (47%); farmacologia (46%); ciência agronômica (46%); imunologia (44%); computação (44%); ecologia e meio ambiente (40%). Em 2006, na comparação com 2005, as áreas que mais cresceram foram as de imunologia (23%); medicina (17%); produção animal e vegetal (13%); economia (12%); ecologia e meio ambiente (12%) e engenharias (11%).

No topo do ranking estão os Estados Unidos, responsáveis por 32,3% da produção científica mundial, e a Alemanha, com 8,1%.

 

SAUDE

 

Droga antifumo pode tratar alcoolismo, diz estudo

Um remédio que ajuda a parar de fumar, o Champix, também poderia tratar o alcoolismo, segundo um estudo publicado nesta segunda-feira por pesquisadores americanos da Academia de Ciências. Os cientistas da Universidade da Califórnia testaram o impacto da vareneclina, o princípio ativo do Champix, em ratos de laboratório que tinham recebido altas doses de álcool durante longo período.

Os autores do estudo notaram que o consumo excessivo de álcool e cigarros está associado e que 85% dos alcóolicos também fumam. Partiram do princípio de que alguns neuroreceptores têm participação na dependência a estas substâncias. A vareniclina reduz as necessidades atuando diretamente sobre alguns receptores no cérebro com o medicamento se fixando neles no lugar da nicotina.

Os pesquisadores quiseram ver se o tratamento poderia atuar da mesma maneira para o álcool. Administraram, então, quantidades importantes de álcool a ratos durante mais de cinco meses e, em seguida, lhes deram vareniclina. Depois de um tempo, os ratos mostraram um menor interesse pelo álcool. No final do tratamento, o nível de seu consumo foi menor do que antes de ele ter começado.

Estes resultados "sugerem que a vareniclina poderia ser utilizada como tratamento terapêutico para reduzir o consumo de álcool entre os dependentes", indicaram os autores do estudo. A vareniclina é comercializada pelo laboratório farmacêutico Pfizer. A droga foi aprovada em maio de 2006 nos Estados Unidos e três meses depois na Europa. Nos Estados Unidos, o remédio é comercializado sob o nome de Chantix.

UNESP
De volta as aulas!!!
Arquivo>>>>>

   O MODELO SISTÊMICO DE ORGANIZAÇÃO DOS ARQUIVOS NORTE-AMERICANOS

      A gestão de documentos originou-se na impossibilidade de se lidar de acordo com os moldes

tradicionais, com as massas de documentos, cada vez maiores, produzidos pelas administrações.

Os volumes documentais crescem numa progressão geométrica e é necessário que se

estabeleçam parâmetros para sua administração. Essa perspectiva surge a partir de reformas

administrativas instaladas nos EUA e no Canadá, no final da década de 40. Nos primeiros

momentos do pós-guerra, estabeleceram-se princípios de racionalidade administrativa, a partir da

intervenção nas diferentes etapas do ciclo documental: produção, utilização, conservação e

destinação de documentos. Uma das maiores repartições públicas é a do governo federal dos

EUA, que produz documentos em quantidade excessiva.

       O modelo sistêmico de organização dos arquivos norte-americanos representa a primeira

tentativa de ruptura da tradição arquivística européia, caracterizada pela ênfase aos arquivos

permanentes ou históricos. A opção dos Estados Unidos por esse modelo deu-se no âmbito de

importantes mudanças político-administrativas ocorridas naquele país depois da Segunda Guerra

Mundial. A Comissão Hoover de Reorganização do Poder Executivo (Hoover Comission on the

Reorganization of the Executive Arm of the Government) fez um estudo completo da organização

e funcionamento da repartições federais, criou um programa que simplificou e uniformizou os

métodos contábeis e fiscais em todo o país, ficando grandemente reduzido o volume de

documentos relativos a este assunto. A instalação da Comissão Hoover, inicia um processo de

profunda reforma administrativa, na área do controle, sobre a geração, armazenamento e

destinação da documentação produzida pelo governo federal. Entre essas reformas estão: a

transformação do National Archives establishment em National Archives and Records Services; a

criação de um sistema federal de arquivos intermediários (Federal Centers e Records Centers); e

a assinatura do Federal Records Management, ou seja, a gerência de documentos desde a sua

produção até a sua destinação final. O impacto causado por essas reformas na teoria arquivística

se fez sentir pela conseqüente enunciação da teoria das três idades, onde os arquivos correntes e

intermediários são comparados em status, ao arquivo histórico.

        A lição do modelo norte-americano é significativa: centralização administrativa, descentralização

regional dos depósitos federais e independência dos arquivos estaduais em relação à estrutura do

governo federal. A legislação dos estados, por sua vez, é inteiramente independente da do

governo federal.


                A Arquivística e a Arquitetura da Informação: uma análise interdisciplinar



           O artigo aborda as relações interdisciplinares existentes entre a Arquivística e a Arquitetura da Informação (AI). A Arquitetura da Informação é uma área do conhecimento em franco desenvolvimento, que congrega diferentes profissionais com o propósito de estruturar e organizar espaços de informação, permitindo uma melhor interação com os usuários, especialmente na Web. A Arquivística, responsável pelo tratamento de conjuntos documentais orgânicos, atua na produção, aquisição, classificação, descrição, conservação e difusão das informações. Neste sentido, busca-se compreender o papel da Arquivística no âmbito da Arquitetura da Informação e, para tanto, faz-se uma análise dos princípios, procedimentos e métodos utilizados pelas áreas.

 

Assinaturas Digitais e Arquivologia



           O trabalho apresenta a tecnologia fundamental que possibilita a implementação do uso de assinaturas digitais em documentos eletrônicos. É apresentada a fundamentação sobre criptografia, algoritmos criptográficos, chaves criptográficas, a infra-estrutura de chaves públicas além do uso de certificados de assinaturas digitais. O conceito de assinatura e seu correspondente eletrônico e digital é abordado, tanto do ponto de vista tecnológico como do ponto de vista sócio cultural e legal. O uso do documento eletrônico, sua autenticidade e conseqüente utilização como documento arquivístico é analisado. Conclui-se o artigo com possíveis conseqüências para os documentos eletrônicos e a arquivologia.

Virada para o ano 2000. Uma atmosfera de euforia e êxtase se mescla com as tradicionais advertências de que o mundo acabaria. Em 1910 – ano da fundação do Corinthians – foi a mesma coisa. E naquela época era somente o Cometa Halley ...

Mas o que acabou mesmo foi aquela lenga-lenga de chamar o Corinthians de time caseiro. E em alto estilo: no templo mundial dos boleiros, o Maracanã. O Timão, que já colecionava dez títulos internacionais, foi o primeiro campeão de um Mundial de Clubes organizado pela Fifa, a entidade que comanda o futebol mundial.

No Mundial da Fifa, realizado no Brasil, o Corinthians consagrou sua saga de conquistas, tornando-se campeão depois de superar na final o Vasco da Gama, em pleno Maracanã, depois de ter enfrentado Real Madrid, da Espanha, Al Nassr, da Arábia Saudita, e Raja Casablanca, do Marrocos. Participaram também Manchester United, da Inglaterra, Necaxa, do México, e South Melbourne, da Austrália.

Dida foi o herói da final, decidida nos pênaltis, defendendo a cobrança do lateral-esquerdo Gilberto. O "Animal" Edmundo chutou para fora e o "gavião" abriu as asas no Maracanã para o vôo da vitória. O goleiro baiano já havia mostrado por que é o melhor pegador de pênaltis do mundo, defendendo uma cobrança do atacante francês Anelka, evitando a eliminação do Timão diante do Real Madrid.

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